Direto da passarela: como usar cores neutras

As semanas de moda estão a todo vapor no exterior. Já tivemos os desfiles em Nova York e Londres, a temporada primavera-verão 2019 na capital inglesa foi a mais recente e nesta semana começaram as apresentações dos estilistas em Milão. O mês termina com a semana de moda de Paris.

Tem muita coisa interessante que podemos observar nestas semanas. Além dos trabalho artístico de muitos profissionais, podemos ver na passarela algumas interpretações de como as pessoas estão se expressando nas ruas, pois as marcas estão se aproximando dos clientes e tentando captar o Zeigeist (termo alemão cuja tradução significa espírito da época, espírito do tempo ou sinal dos tempos).

Das marcas que já desfilaram, a que mais me chamou a atenção e que acho que pode ser útil a você, meu cliente que está sempre ligado no Zeigeist e quer praticidade, foi a Burberry. Marca inglesa fundada em 1856, foi lá que inventaram uma das peças mais icônicas da indumentária humana, o trench coat. Para este desfile, anunciaram a chegada de um novo estilista, Riccardo Tisci, designer italiano, que esteve à frente da Givenchy por 12 anos. Sua chegada à casa de moda inglesa foi cercada de burburinho. O mais importante, foi o anúncio de que a Burberry não vai mais queimar os estoques não vendidos (US$ 38 milhões em produtos foram incinerados em 2018 para evitar contrabando e falsificação, segundo a empresa).

Considerada uma surpresa, a vinda de Tisci foi uma realização do novo CEO da Burberry, Marco Gobbetti. Os dois já haviam trabalhado juntos na Givenchy. A decisão foi bem recebida no mercado: as ações da Burberry subiram 4% logo após a divulgação da notícia.

Bom, vamos falar agora do desfile de estreia de Tisci (que apresentou 138 looks masculinos e femininos). O experiente estilista soube fazer um trabalho autoral que não tirou o DNA da marca: clássico. Deu seu toque de contemporaneidade, mas soube preservar a elegância e a tradição que a Burberry carrega. Trouxe as cores de seu icônico xadrez – bege, vermelho, branco e preto – valorizadas e combinadas entre si de forma maestral. Também combinou estampas clássicas como animal print e poá. É aqui que pretendo mostrar para você como podemos tirar lições das passarelas.

Um look monocromático valoriza a cor escolhida para tanto. Se for um neutro como os escolhidos para a coleção da Burberry, a leitura que se tem é de elegância. Isso porque, há pouco ruído visual num look monocromático, há suavidade para o olhar transitar. Da mesma forma, neutros combinados entre si também são elegantes. São cores consideradas básicas, “boas”, que quem te olha provavelmente gosta e se sente confortável. Porém, quando combinadas entre si trazem mais sofisticação, criatividade.

Quanto mais doses de cores escuras, mais imponência e autoridade. Quanto mais doses de cores vibrantes, no caso aqui o vermelho, mais sensualidade, dinamismo, assertividade. Os neutros nos dão muitas formas de estar interessante visualmente e comunicando mensagens distintas. Por isso, quem gosta de ter um guarda-roupa básico não precisa ter monotonia.

E você o que achou desta proposta da Burberry?

Não deixe de interagir comigo. Gosto de trazer temas que interessem aos meus clientes e amigos. Me responda aqui ou em minhas redes sociais Instagram e Facebook (onde sempre trago novidades quentes).

Fotos: divulgação

Como usar meias divertidas!

Vamos começar esse post já fazendo um pequeno disclaimer (explicação). Quando o tempo esfria, qualquer ser humano usa meias se sente frio nos pés ou pernas. Ponto. É só colocar a da sua preferência com a roupa que quiser e sair para a vida. É simples assim, mas também não é. Tanto que eu recebi um pedido (ai que influencer) para fazer esse post. E, desde que comecei a trabalhar como consultora de estilo, já percebi: o que me parece trivial pode não ser para a cliente. O simples para mim não é para você. E você pode querer incrementar algo e eu querer incrementar outra coisa e sua amiga ainda outra.

Então vamos lá: as meias estão ficando mais aparecidas. Isso é coisa de moda? É! Mas, você pode adotar para o seu estilo. As meias sempre estiveram aí e vão continuar. Regras? Não existem regras. Mesmo! Estamos vendo nas ruas, nos desfiles e nos catálogos das marcas muitas maneiras de usar. Mas, eu vou falar de algumas orientações técnicas para que você possa decidir a SUA forma de usar.

Cores iguais ou parecidas alongam e causam menos choque visual. Então, se você quiser dar um toque diferente, porém, menos ousado ou alongar suas pernocas vá de meias, sapatos e partes de baixo nos mesmos tons. Aí, pode usar duas meias juntas, meia soquete por cima de meia-calça. O céu é o limite.

O truque de repetir a cor da parte de cima na meia também ajuda a alongar a figura inteira pois, o interlocutor vai levar o olhar de cima para baixo, fixando uma imagem vertical. Sacou?

Já que você vai investir em uma meinha para esquentar, acho que mostrar que ela foi colocada ali de propósito é uma boa saída para ela realmente pertencer ao look. Por isso, usar uma calça de barra mais curta ou dobrar a barra é uma boa! Sapatos com recortes e gáspea baixa também cumprem esse papel.

As marcas estão ofertando nesse outono-inverno meias soquetes finas com desenhos e texturas. Usá-las com sapatos mais delicados fica estiloso para ambientes mais formais. Que tal usar no look de trabalho?

Para festas e baladas, brilho com brilho não é exagero. Sapatos metalizados com meias de lurex ou veludo molhado ficam bem fashionista e mulherão! Um arraso. E mais uma vez: tom sobre tom ajuda a não encurtar a silhueta. Mas, se quiser brincar com as cores, sandálias de tiras finas ajudam a não ter uma superinterferência sobre a perna.

Meias finas ficam mais harmônicas com sapatos delicados: sapatilhas, sandálias, escarpins, oxfords e botas de salto ou sola fina, de material brilhoso como verniz ou cetim. Meias de algodão ou lã ornam com calçados mais casuais como tênis, oxfords e botas mais pesados, de sola tratorada, de couro opaco. Porém, eu falei lá em cima que não existem regras. Se você quer evidenciar sua personalidade criativa pode inverter tudo isso. As regras valem para quem gosta de um visual mais adequado, mais harmônico visualmente.

Os homens também podem usar meias coloridas. Inclusive tem um estudo de Harvard que diz que colocar um toque de ousadia na roupa de trabalho eleva o status perante os colegas.

Quer ver mais sugestões de looks com meias? Checa meu painel no Pinterest e aproveita para me seguir por lá!

Como escolher looks reaproveitáveis de Natal e Revéillon

As festas de fim de ano estão chegando e os planos para esses eventos começam a se desenhar. Entre eles, algo que aparece no topo da lista são os look das festas. Mesmo com a ajuda do décimo terceiro salário, hoje em dia ninguém quer ter um gasto em uma roupa para ser usada apenas uma vez.

Além disso, a roupa de fim de ano é bastante emblemática, principalmente a do réveillon, e as pessoas muitas vezes acham que não é adequado usá-la em outras ocasiões. Mas isso não é verdade. O branco, antes associado a determinados dress codes (como de médico, noiva ou do réveillon mesmo) virou moda e hoje já está integrado às coleções de todas as marcas.

Então, o que vestir? Devo comprar ou usar algo do armário?

Com as dicas abaixo, é possível identificar se já tem algo no armário que dê conta do recado ou se vai ser necessário comprar. Mas, caso compre algo novo, que sejam peças que possam ser usadas em diversas outras ocasiões.

1. Dê preferência a duas peças: ao escolher uma saia e um top, ou calça (pantacourt, bermuda etc) terá outras várias possibilidades de combinar essas peças separadas em outros looks

2. Opte por básicos: escolha peças sem muita informação visual como estampas, bordados e aplicações. Assim, fica mais fácil transitar com essas peças em diferentes ocasiões, do formal para o informal. Deixe o “trabalho” de dar o tom da festa para os acessórios

look reveillon saia
Você pode produzir seu look de reveillon com saia e blusa e sofisticar ou deixar mais descolado com acessórios.

3. Capriche nos acessórios: em primeiro lugar “estude” qual será o tipo de festa a que vai. Praia? Acessórios de materiais mais orgânicos, como palha, ráfia, madeira e pedras rústicas caem super bem. Festa em família? Acessórios tradicionais como pérolas ou aqueles que façam o seu estilo. Não tem muita regra. Festão de réveillon? Pode aumentar a dose de brilho, subir no salto e usar joias.

look saia dourada
look saia dourada descolada
4. Os metalizados combinam com o clima de Natal, mas podem ser usados no Ano Novo também, depende do seu estilo. Depois, você pode usar as peças no dia a dia, fazendo combinações com jeans, tênis e camiseta para quebrar o glamour.

5. Invista nos tecidos naturais: são aqueles que vem da natureza. São mais nobres, então vão bem em festas mais chiques, mas também não ficam acima do dress code em ocasiões mais informais se a peça for básica. Além disso, permitem que a pele respire, ótimos para o verão brasileiro. São eles a seda, o algodão, o linho.

look calça branca reveillon
6. A calça branca pode ser uma ótima opção para quem quer variar no look de réveillon e ela segue como peça bastante versátil ao longo do ano, principalmente se for de tecido natural, pois o branco não retém calor (estamos em um país tropical, nada como uma calça comprida que não faz a gente passar calor).
look calça branca descolado
Experimente combinar a calça branca com tops coloridos e camiseta! Fica elgante e criativo ao mesmo tempo.

7. Pode apostar no branco sem medo. Depois, basta usá-lo com peças que deem o tom de outras ocasiões, como calça social para o trabalho, ou misturá-lo com outras cores.

look saia branca descolado
A sua saia branca do reveillon pode render looks descolados…
look saia branca escritório
E também mais formais, que vão até para o trabalho!

Se você quiser escolher looks para uma festa especial nesse fim de ano pode contar com uma ajuda profissional: a minha! É legal aproveitar para fazer uma montagem de looks completa (ganhando vários de uma vez) e incluir as produções de Natal e Ano Novo ou montar uma mala de viagem onde vai passar a virada de ano. Outra opção é me contratar para escolher somente o look da festa (podemos comprar ou produzir com o que você já tem) que será ideal para você, na modelagem, caimento, cor e custo. Me escreve para conversarmos sem compromisso clicando aqui ou envia um e-mail para camilarochaestilo@gmail.com!

O conforto pessoal direcionando a moda

Athleisure: atlético, versátil, casual e sem gênero, o estilo saiu das ruas paras as passarelas e mostra que conforto e praticidade são prioridades para o consumidor atual

As tendências surgem de uma convergência de fatores, nem sempre muito fáceis de explicar, mas que são possíveis de detectar. Você já deve ter reparado que, cada vez mais, as pessoas têm se vestido de forma mais confortável, usado roupas que parecem saídas da academia ou da aula de yoga, em ambientes um pouco mais arrumadinhos. As pessoas já não parecem mais que saíram da academia e deram um pulinho no supermercado. Você pode ver moças no shopping, almoçando no sábado e até em eventos noturnos usando calças de moletom e abrigos esportivos. Os logos de empresas do ramo até voltaram na moda, em um revival dos anos 90 – eu disse que é um conjunto de fatores que forma uma tendência. Essa moda tem o nome de Athleisure – conjunção das palavras athletic e pleasure.

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Street Style

Pois bem, o conforto está no centro na moda. E isso veio não de cima para baixo, com as grandes grifes apresentando o que devemos desejar, mas, sim, de forma linear, ou circular, ou ainda difusa. Ou seja, veio da sociedade, das ruas, de outras áreas que não apenas da moda.

A valorização do bem-estar, de uma vida saudável, mais conectada com o que somos, o que queremos, nos faz desejar usar coisas que destaquem mais quem somos. Ou seja, tecidos leves, cores neutras, que nos permitam nos mover, que sejam um veículo e não se destaquem mais do que a gente mesmo. O home office também é cada vez mais comum, então quem trabalha em casa quer estar numa boa, mas eventualmente, precisa sair. Essa é uma linha do conforto.

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Kourtney Kardashian exibe a boa forma

Outra linha que emerge é a do culto ao corpo, da figura perfeita, do fitness, da superação de limites. A ela se une a tecnologia têxtil que vem avançando, trazendo novidades. Tecidos que ajudam na prática esportiva, mas que também são uma evolução para o uso cotidiano. Se adequam à temperatura ambiente, tem efeito antibacteriano e evitam odores. Os calçados trazem aperfeiçoamentos que evitam lesões e podem ser uteis para quem caminha muito, mesmo sem praticar esportes de alta intensidade, em viagens ou usando transporte urbano, por exemplo.

Sendo assim, porque não levar todos esses usos e essas mensagens para diversas ocasiões da vida? E foi isso o que aconteceu, naturalmente as pessoas passaram a levar o tênis da corrida, a calça do pilates, o colantt do balé para passear em outros cenários. A falta de tempo exige praticidade e trocar de roupa em alguns momentos pode ser complicado. Além disso, pode ser algo interessante e até um fator de status mostrar a atividade física que você pratica. E foi aí que um terceiro fator se impôs: o estilo pessoal hoje conta muito para o planejamento da indústria de moda.

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Street Style

Marcas fornecedoras de material esportivo optaram por atacar a categoria fabricando produtos mais versáteis e atraentes para os consumidores. Foi assim que fizeram as gigantes Under Armour; Puma (com coleção de Rihanna); Nike, com coleções sofisticadas, como a feita com Riccardo Tisci, o ex-diretor criativo da Givenchy, e com e inúmeras novas parcerias criativas, como a da emblemática empresa carioca Farm com a Adidas. Recentemente estive em Miami Beach e a Adidas, além da concept store, abriu duas lojas específicas, uma para a Y3 – Yohji Yamamoto e outras para a linha da Stella McCartney.

Alexander Wang para Adidas
Alexander Wang para Adidas

Ao mesmo tempo, os grandes estilistas também começaram a beber nessa fonte. A Louis Vuitton fez uma coleção suntuosa para o inverno 2016/2017. Alexander Wang também faz peças com forte apelo esportivo há algum tempo. Foi um dos primeiros a captar essa nova onda. No começo de 2017, lançou uma coleção de sucesso com a Adidas. Também vimos a Valentino fazendo peças inspiradas no balé e criando sapatilhas que viraram febre de consumo e alvo de cópias. Nas passarelas, o estilo foi apresentado há cerca de um ano, mas a tendência começa a se disseminar agora, chegando ao design de coleções de muitas outras marcas, ao mesmo tempo em que vemos marcas esportivas se sofisticarem para ganhar as ruas.

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T by Alexander Wang e linha fitness da brasileira Animale

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Sapatilhas Valentino

Confira também meu painel no Pinterest com inspirações e dicas de looks confortáveis que vão da academia para qualquer lugar!

Um workshop para encontrar seu estilo

E chegamos à segunda edição do workshop Guarda-Roupa Sem Crise! Foi na tarde do sábado, dia 1º de julho, que me reuni com a parceira Juliana Sena e mais seis alunas para passar conhecimento em estilo pessoal e experiências.

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Eu e a Ju pensamos nesse formato para proporcionar uma experiência de consultoria de estilo que fosse mais acessível, sem perder a eficácia. Por isso, o modelo workshop, que é mais do que um curso, é uma oficina interativa (daí nasceu o termo em inglês, que significa oficina de trabalho). Também montamos turmas reduzidas e nos unimos em uma dupla, assim é possível dar atenção e realmente discutir as ideias de cada uma durante os exercícios.

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Para esta segunda edição, ampliamos a parte prática e, para isso, foi fundamental a parceria da Upper Bag, um e-commerce inovador que manda bags (malinhas) de roupas e acessórios de acordo com o estilo do cliente. Funciona assim: você preenche um cadastro no site, colocando suas informações pessoais e dados de altura e medidas, e também dá dicas de gostos pessoais, hábitos e necessidades. Eles têm uma equipe de personal stylists que entram em contato com você via WhatsApp para pegar detalhes e depois preparam uma malinha com peças com o seu perfil. A malinha chega na sua casa e você pode escolher as peças que quer comprar, sem compromisso. Depois eles retiram o que você não quiser ficar.

Eu conversei com o Alexandre Abrahão, CEO da Upper BAG, sobre a parceria e ele foi muito receptivo desde o começo. Nós passamos diferentes perfis para a equipe e eles nos enviaram malinhas para que tivéssemos boa variedade de peças para os exercícios com as alunas. Foi ótimo! Ainda mais para um programa de aula como o nosso, em que partimos da relação que temos com o guarda-roupa para falar de estilo pessoal.

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Nosso principal objetivo com o workshop é levar as alunas a fazerem uma autoanálise para que percebam quem são, o que querem e o que precisam. O autoconhecimento nos leva a ter clareza. E com isso, começamos a enxergar nosso estilo. Ensinamos técnicas para ter essa “autovisão”. As alunas identificam qual estilo possuem e se tem mais de um – sim, é possível ter uma mistura de estilos. E aí, começamos a exercitar a coerência e a criatividade em expressar a personalidade ao se vestir. Por isso, trabalhar com peças após o lado teórico e conceitual é importante – pois ativa o aprendizado ali mesmo, na hora.

Gente, é tão legal! Sem modéstia aqui…. Bom, assim que tivermos mais informações sobre a terceira edição, venho correndo avisar aqui e nas minhas redes sociais > me sigam por lá também @camila.estilo.

Fotos: Jéssica Liar

Consultoria de estilo para todo mundo

Quando a gente ouve falar em consultoria de estilo ou personal styling, essas coisas parecem que existem só no mundo das celebridades. Ou são caras. Bom, eu sou consultora de estilo e uma das coisas que mais escuto, mais do que a pergunta: “o que é que você faz?” é “adoraria fazer uma consultoria, mas é caro”. Você sabe o preço? Me pergunta! Você sabe como é? Me pergunta! Mas, como ninguém perguntou (hahaha, brincadeira, tem gente que pergunta sim) fiz um canal no YouTube que vai mostrar quais são pontos que a consultoria trabalha. E os principais deles são justamente os pilares do workshop que criei com a Juliana Sena. Nosso principal objetivo foi desenvolver algo que fosse mais acessível, em tudo: no formato, no preço, no tempo, para quem quer encontrar ou desenvolver o próprio estilo. E para estrear o canal, fiz um vídeo que fala tudo sobre o workshop. Então clica aí e me conta o que acha! É para ninguém ter crise diante do guarda-roupa 🙂

 

WORKSHOP GUARDA-ROUPA SEM CRISE 2a EDIÇÃO

Com objetivo de orientar mulheres a ter um guarda-roupa que se adeque às suas personalidades e estilos de vida, as consultoras de imagem e estilo Camila Rocha e Juliana Sena realizam o workshop “Guarda Roupa Sem Crise”, que ensina ferramentas para que as alunas montem um guarda-roupa funcional, com estilo próprio e sem gastar muito. O curso surgiu a partir da demanda de clientes que perceberam a escassez de tempo para cuidar de si mesmas – por conta da dedicação ao trabalho e/ou à família – e buscavam uma forma objetiva de aprender e, assim, voltar a enxergar seu próprio estilo. E agora chega a sua segunda edição.

Nesta edição, o curso contará com um guarda-roupa modelo, patrocinado pela Upper Bag para treinar em classe! Através do autoconhecimento você vai aprimorar e descobrir seu estilo pessoal e elevar sua autoestima! Garanta sua vaga pelo e-mail: grsemcrise@gmail.com!

O que você vai aprender:

Os estilos universais > identifique o seu;
Como aproveitar melhor as suas roupas;
Como revitalizar seu guarda-roupa;
Como ter um guarda-roupa versátil;
Coloração pessoal: o que é e como ela pode te valorizar;
Como combinar cores;
Como combinar estampas;
Cuidando de suas roupas;
Renovando o guarda-roupa;
A fórmula do guarda-roupa sem crise!

Data: 1º de julho de 2017, das 13h às 18h
Local: Lab 48 Rua Cubatão, 97, Paraíso – São Paulo (próximo ao metrô Paraíso) – vagas limitadas
Professoras: Consultoras de imagem e estilo Camila Rocha e Juliana Sena

O que está incluso no valor do curso:
• Acesso ao workshop presencial de 5 horas;
• Apostila em suporte online (arquivo PDF) para acompanhamento e realização de execícios durante o curso;
• Coffee Break;
• E outras surpresas!

RESERVE SUA VAGA!

Valores :

> Desconto de 20% à vista!
R$ 320

 > R$ 350 em 2 vezes sem juros: pelo Pag Seguro

Valor sem desconto:

> R$ 400,00

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Formas de pagamento Pag Seguro: Utilizaremos o Pag Seguro para que você opte pela melhor forma de pagamento, essa ferramenta oferece: pagamento via cartão de crédito, débito em conta corrente e pagamento por boleto, que pode ser parcelado em até 2 vezes sem juros.

Para mais informações, basta nos escrever para o e-mail: grsemcrise@gmail.com.br

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Sobre as consultoras de estilo e palestrantes:

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Camila Rocha
Apaixonada por moda desde sempre, uniu sua expertise em comunicação para trabalhar imagem e estilo de pessoas e empresas. Formada em jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, de São Paulo e em Comunicação Audiovisual pela Universidade Carlos III de Madri. Formada em “Consultoria de Estilo Pessoal” pela Oficina de Estilo, pelo curso da consultora Anita Resende e pela Paris Style Week. Se especializou em “Moda e Comunicação” e “Cool Hunting” pela Escola São Paulo. Trabalhou em comunicação para empresas de moda e beleza como Elite Model e A Mulher do Padre (AMP). Teve longa experiência em comunicação corporativa em empresas como Standard Bank, Even Construtora, A&E Networks e Mozarteum Brasileiro. Foi head de social media da Pernambucanas, com foco em moda e home decor. Há dois anos uniu suas expertises e passou a trabalhar como consultora de estilo e comunicação, realizando trabalhos para Alelo, BASF e Natura, além de atender clientes particulares. www.camilaestilo.com.br

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Juliana Sena
Descobriu que amava se vestir e se produzir desde cedo, quando criança adorava criar looks e inventar moda com suas bonecas. Influenciada pela avó e mãe, sempre procurava comprar tecidos e produzir suas roupas nas costureiras do bairro. Formada em Letras pela Ibero-Americana, pós-graduada em Administração de Empresas pela FAAP e tem MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec-Insper. Trabalhou com gerenciamento de projetos em diversas empresas multinacionais, tais como: Motorola, Ernst &Young, Vivo e Arcos Dourados. Mas, a moda sempre esteve presente de alguma maneira, desde 2010 escreve e pesquisa sobre moda, criou e desenvolveu uma marca de roupas e a partir dali, não parou mais, foi atrás de mais conhecimento e especialização. Há dois anos é Consultora de Estilo Pessoal e Personal Shopper, formada pela Oficina de Estilo, capacitada em organização e revitalização de guarda-roupas pelo curso da Ingrid Lisboa e desde então, passou a trabalhar como consultora de estilo e tem como objetivo dividir os conhecimentos e serviços prestados, disseminando a semente do autoconhecimento, da autoestima e do empoderamento para empresas e clientes particulares.

O poder das cores no cinema

As cores transmitem mensagens e têm o poder de influenciar nossas emoções. O cinema sabe disso, desde que se tornou colorido. O significado de uma cor pode ser diferente em cada cultura, em cada país, mas alguns são universais: azul transmite tranquilidade e também confiança – é a cor do uniforme da Marinha. Verde é a cor da ciência, da saúde, da vitalidade, por isso é usada nos uniformes de enfermeiros em quase todo o mundo, já reparou?

Filmes românticos costumam usar cores quentes e muito vermelho. Filmes de distopias e “apocalipse” abusam do cinza e de cores dessaturadas. Tons frios e azuis são usados em obras de terror. Ficções científicas se colorem de verde. De maneira quase imperceptível, as cores mexem com nossas emoções, ajudam a transmitir sentimentos ou a enfatizar mensagens. O vídeo abaixo mostra tudo isso.

Os cineastas fazem muito uso disso. Nos últimos tempos, um que ficou notório pelo uso das cores, criando paletas bem evidentes em seus filmes, é o Wes Anderson. Até uma série de livros foi lançada com base em sua obra e seu trabalho cromático. Na moda, a estética de Anderson já inspirou muitos estilistas como Alessandro Michele, da Gucci, assim como a coleção da Lacoste, Fendi, entre outros. A atual tendência de cores anunciada pela Pantone tem muito das paletas que costumamos ver nos filmes dele, tons suaves, claros e terrosos, rosa e azul.

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Ou seja, as cores são ferramentas poderosas na comunicação. E podem ser colocadas em nosso estilo pessoal. Se vamos a uma reunião de trabalho, em que precisamos defender uma ideia, que cor usar? Azul marinho pode ser uma boa ideia. E para ficar mais bonito/a? Usar uma cor que realce o tom da pele, dos cabelos, dos olhos, complementar, é a melhor solução. Já fiz um post sobre coloração pessoal, clique aqui para ler.
*Fotos: Imaxtree e Vogue Brasil

Estilo pessoal é importante (e está na moda!)

Nem todo mundo entende o que é o trabalho de uma consultora de estilo pessoal. Desenvolver ou aperfeiçoar o estilo do cliente pode ser feito para: 1. Uma pessoa que queira levar o conhecimento adquirido para sua vida cotidiana; 2. Para um veículo de mídia que irá registrar um momento daquela pessoa 3. Ou ainda para quando o cliente vai a um evento e precisa expressar de maneira direta e poderosa sua presença.

O trabalho é sempre desenvolvido em parceria com o cliente, pois seu estilo é dele, claro, e a consultora o ajuda a trazê-lo à superfície, a expressá-lo de forma eficiente. Para explicar melhor como a imagem e o estilo são importantes para cada um de nós, conto com a expertise de Valeria Doustaly, consultora de imagem e vice-presidente da AICI (Association of Image Consultants International) na França, e de Dione Occhipinti, stylist e professora do Instituto Marangoni. As duas ministram o curso Paris Style Week, do qual eu participei em setembro de 2015 e recomendo muito!

Também tomo como exemplo a recente capa da Caitlyn Jenner na Vanity Fair, que trouxe à tona o trabalho da diretora de estilo da revista, Jessica Diehl. Para quem não sabe, Caitlyn antes era conhecida como Bruce Jenner. Ele foi campeão olímpico em decatlo, pelos EUA, em 1976. Nos anos 90, se casou com Kris Jenner, matriarca do clan Kardashian. Há poucos meses, revelou ao mundo que é transexual, e mostrou sua nova expressão visual na reportagem da Vanity Fair, produzida por Jessica. Um clique que comunicava muita coisa: quem é essa mulher, como ela quer se apresentar ao mundo, qual seu papel na sociedade… um baita trabalho de imagem e estilo.

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Caitlyn na capa cuja imagem rodou o mundo

A diretora da revista, um veículo de formação de imagem no mainstream, já é reconhecida no meio, mas com essa capa ganhou fama mundial. Sobre seu trabalho disse à revista Love: “Fotografar celebridades se torna um desafio de administrar pessoas e deixá-las confortáveis; a moda fica menos importante que o estilo e a imagem – você quase quer ficar longe das tendências por que não quer que as pessoas olhem para as fotos e pensem ‘oh, isso é da coleção de outono/inverno’. Você quer que vejam as fotos e pensem ‘essa é uma linda foto da Kate Winslet”. Cabe dizer aqui que a revista Love fez uma edição trazendo só as pessoas que mais merecem destaque no mundo atualmente, e a diretora da concorrente Vanity Fair está lá….

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Jessica Diehl na Love Magazine

Dione, que trabalha como stylist em produções para revistas, explica a diferença entre fotografar ensaios de moda e famosos: “Nos editoriais de revistas temos um tema para o shooting e focamos nele, existe uma história, um sonho. As celebridades são pessoas reais que têm seu próprio estilo e querem estar dentro dele, ser coerentes com sua imagem”, e completa “a imagem deve representar seu estilo pessoal e sua personalidade. É a primeira impressão e conta muito”.

Valeria tem sua carreira focada em “pessoas físicas”, fora do mundo editorial. Especializada no segmento corporativo, ela já cuidou de muitos executivos e explica que a consultoria de imagem pode ser contratada por qualquer um, seja celebridade ou não. Ela exemplifica dizendo que é adequada a alguém que queira mudar seu visual para se sentir mais feliz, por alguma pessoa que precise aumentar sua autoestima com um novo guarda-roupa, ou que esteja procurando um novo emprego e queira aprender a se apresentar melhor ou, ainda, por uma empresa que deseje que seus colaboradores representem seus valores. “E a lista segue. Por isso existem consultoras de imagem mais focadas na aparência e outras que se especializam nos temas de comportamento e comunicação, eu formo parte do último grupo”, diz. Ou seja, consultoria de estilo trabalha por meio das roupas, expressando a personalidade do cliente no que ele usa. A consultoria de imagem trabalha o comportamento e a comunicação, no modo de agir. E as duas podem ser aliadas, em um trabalho conjugado.

Acostumada a desenvolver a imagem de pessoas públicas, Valeria indica que o estilo vem de dentro: “Karl Lagerfeld dizia que ‘si vous n’avez pas un physique élégant, la robe la plus élégante n’arrangera rien’ em português, ‘se você não tem um jeito elegante, o vestido mais elegante não servirá de nada’. Dito isto, creio que se vestir bem vale muito, mas se você não souber levar as roupas de nada servirá. Adequar o jeito de se vestir para se apresentar corretamente numa determinada ocasião é uma das coisas que uma boa consultora de imagem pode fazer pelo seu cliente”. E isso é feito de forma que o cliente se sinta confortável dentro de sua vestimenta e, sobretudo, de sua pele.

Considerando tudo isso e indo um pouco mais além, ouso dizer que o estilo pessoal “está na moda”. E não afirmo isso do nada. Há algum tempo, temos visto a subjetividade predominar quando se trata daquilo que nos desperta desejo. E o que começou no street style, blogs e mídias sociais se voltou para aquele que faz toda essa indústria rodar. Recentemente, a crítica de moda Vanessa Friedman escreveu em sua coluna do New York Times sobre duas exposições que acabaram de estrear em grandes capitais da moda: Paris e Nova York. Ambas exaltam o estilo pessoal de duas figuras importantes da história e, mais do que isso, para delírio das consultoras de estilo, a importância do cliente. Uma é a exibição “La Robe Retrouvée: Les Robes-Trésors de la Comtesse Greffulhe” (Vestidos – os tesouros da Condessa Greffulhe), no Palais Galliera, em Paris, e a outra a mostra “Jacqueline de Ribes: The Art of Style” (Jacqueline de Ribes: A Arte do Estilo) no Met, em Nova York.

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Jacqueline de Ribes fotografada por Richard Avedon – cortesia do Met

Sobre a exposição em Paris, seu curador falou: “Sempre falamos dos designers, mas raramente dos clientes”, justificando a escolha do tema, e completa: “são os clientes que têm mais a nos ensinar (sobre moda)”. Já o responsável em Nova York disse que sua curadoria é sobre “Não comprar muito, mas sim filtrar através da moda para encontrar o que é certo para você”, referindo-se ao comportamento de Jaqueline de Ribes. Vanessa, a jornalista que os entrevistou, arremata: “Apesar de que esses dois estilos pareçam nos mostrar o retrato de uma outra época, as lições mais amplas e abstratas das exposições – sobre pensar por si mesmo, sobre entender que se cria identidade por meio de roupas e, consequentemente, oportunidades – são absolutamente contemporâneas. Mais atemporais até que os vestidos exibidos”. Falou tudo!

Bom, depois dessa dissertação, algumas dicas 🙂 :

Fiquei mais atenta às colunas de Vanessa Friedman após começar a seguir a Consuelo Blocker no Snap Chat (consueloblocker). Vanessa é brilhante em texto e conteúdo. Vale a pena colar nas duas: Blog da Consuelo e Coluna da Vanessa.

Se você é consultora de estilo, não deixe de se associar à AICI. Hoje, a Associação tem também um certificado. No Brasil, apenas três consultoras são certificadas! Valeria recomenda tentar a prova e eu também – plano pessoal para um futuro próximo.

Confira o Paris Style Week, curso com aulas de consultoria de estilo, visitas a ateliês e lojas exclusivas, em Paris, com as professoras Valeria Doustaly a Dione Occhipint. Eu fiz e adorei. A turma para janeiro de 2016 está com inscrições abertas. Na Página do Facebook da PSW você pode encontrar todos os contatos.

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Da esquerda para a direita: Dione Occhipinti, Renata Tenca (estilista), eu e Valeria Doustaly durante visita da Paris Style Week

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Turma da Paris Style Week reunida

Quem anda pela gringa, confira as exposições, por favor! Informações no site do Met  e da Palais Galliera.

Três dicas de museus diferentes em Paris

Gente, sei que o Real não tá para peixe, mas, algum dia a gente acaba viajando. E sempre teremos Paris <3

Piadas e trocadilhos infames à parte, estive explorando outros ângulos da cidade e resolvi compartilhar dicas fora do roteirão básico de turista. Afinal, Paris é a capital de tanta coisa, afe Maria, moda, gastronomia, arte. Tem um mundo de coisas a ser explorado. Aqui vai uma leva, de museus.  Não se engane, parece que só tem moda aí, mas tem arte, tem design, tem arquitetura 😉

pierre cardin formas diferentes

Pierre Cardin, Past, Present and Future: Num prédio desses bem europeus, pequenos, mas com três andares, num bequinho meio escondido no bairro Les Marais, fica o museu de um dos mais importantes estilistas da história. Pierre Cardin hoje não está mais sob os holofotes e seu nome nos remete a produtos populares nos anos 80 – eu lembro de anúncios de calça jeans, um amigo dos óculos de sol da mãe… Pois é, ele licenciou muita coisa com o seu nome, mas suas criações e a sua influência para o que vestimos ainda hoje têm uma força que não se vê com frequência. Cardin começou sua carreira nos anos 50 no ateliê de Christian Dior. Mas, foi quando saiu de lá que deixou sua marca na moda. Inspirado pelo Japão e pelas visões de um futuro tecnológico, diante da exploração espacial que ocorria nos anos 60, Cardin quebrou tradições e definiu novas formas para o vestuário feminino. Cortes planos, vestidos trapézio, moldes geométricos, cores fortes e metalizados. Também foi o primeiro a trazer a ideia do Prét-à-Porter (pronto para vestir) para o mercado de moda, com uma coleção desfilada na loja de departamentos Primtemps. Isso foi um rebuliço entre seus pares, que só faziam alta costura (roupas encomendadas e sob medida) para clientes privados. O episódio causou sua saída do Comitê de Alta Costura parisiense. Bom, para saber tudo isso e ver mais de 200 peças criadas por esse gênio, agende uma visita ao museu pelo site. Garanto que vale a pena!

art decoratif

Les Arts Decoratifs: Esse museu é dedicado à decoração. Mas, pense em decoração do ponto de vista francês, ou seja, exposições belíssimas e muito bem curadas (tá certo falar assim?). Quando eu o visitei, estava abrigando uma mostra dedicada à Coreia, uma vez que 2015 é o ano do país na França. A exposição estava dividida em duas partes, ambas dedicadas a designers atuais, de moda e mobiliário. Simplesmente de cair o queixo! E a Coreia é tendência para tudo, não tem inocência aqui. Aquele que está atento no que sai de novidade no mundo da música (Gangnam Stlye), da cosmética (BB Creams vieram de lá e mais mil coisas que já estamos usando ou vamos querer logo), e da moda (a Cruise Collection 2016 da Chanel foi desfilada em Seul) sabe do que estou falando. E o edifício fica na Rue de Rivoli, pertinho de vários outros lugares gostosos de visitar. Entre eles o Angelina Café, que tem simplesmente o melhor chocolate quente do mundo (juro!). Clique para ver o site do museu.

louis vuitton 2

Fondation Louis Vuitton: Bom, não é exatamente um museu, mas é como se fosse. Afinal, tem exposições ótimas, é um lugar lindo, feito pelo mesmo arquiteto do Guggenheim de Bilbao, Frank Gehry, então pode aparecer neste post. Quando estive lá, vi a exposição Pop & Music, com quadros de Basquiat e Warhol, que são da coleção permanente deles. Tinha também uma exibição especial em parceria com outros museus, como a Tate Modern de Londres e o Centre Pompidou de Paris, com peças de Matisse, por exemplo. E o prédio em si já é uma obra de arte. Concertos e os desfiles da marca também acontecem lá. A programação está no site, claro. Dica esperta: a Fundação fica no meio de um parque, então para chegar, siga as placas que já estão colocadas desde a plataforma na estação Les Sablon, da linha 1, do metrô.